MAIS SOBRE O BLOG ...

O Cordada Infinita é um blog com artigos sobre Escalada, Equipamentos e Notícias relacionadas ao Montanhismo. Nasceu de uma idéia simples: Escrever, Comunicar e Divulgar fatos e opiniões sobre o mundo da montanha. É mantido por Levi Rodrigues desde maio de 2007. Se você tem alguma sugestão sobre um artigo, participe enviando sua pergunta ou opinião sobre os assuntos postados.

Alerta!...

O montanhismo é uma atividade de risco moderado quando praticada de acordo com as normas de segurança. Ao utilizar as informações contidas nesse blog, é necessário experiência e cautela na utilização de equipamentos, técnicas, conceitos e informações sobre as atividades. Lembre se: Acidentes não acontecem. São causados aos poucos

Lista para o Papai Noel Montanhista

PapaiNoel Todo fim de ano, escrevo uma carta para o "Papai Noel" com minha lista de presentes, até coloco em uma meia colorida (conforme manda a tradição) dependurada em nossa árvore de natal.

Nela ressalto que fui um bom marido (porque menino já foi há muito tempo), que procurei não mentir, não falar mal de ninguém, pagar minhas dívidas, lavar a louça da janta, orar todos os dias e ainda por cima, que fiz o possível para ajudar outras pessoas.

É bem verdade que nunca ganhei nada do tal "Papai Noel", mesmo assim vou tentar novamente.

A lista que estou escrevendo esse ano é um pouco mais simples do que nos outros anos, por isso estou com um pouco mais de esperança.

Lista para o Papai Noel Montanhista

Basecamp

1 - Caminhada ao Campo Base do Everest: Não é um pedido assim, tâããoo, impossível, só preciso de uma grana a mais para isso. Talvez uns $15.000, com essa grana dá para passar 40 dias de férias numa boa (contando eu e minha esposa), naquele esquema mochilão mesmo. Coisa Simples!Ciclo

2 - Triban Trail 7: Uma bike para cicloturismo, já que vou ter que passa pela Europa, porque não aproveitar para dar umas voltas na Espanha, França, Holanda e outros países que queria muito conhecer.

BOB3 - BOB Ibex Plus: O Bob é como se fosse um reboque, porém para bicilcetas. Muitos ciclistas brasileiros não gostam da idéia, alegando que torna a bicicleta pesada, instável, além do incomodo de carregar um "negócio" balançando atrás.

Mas é uma boa idéia para eliminar o conjunto de alforges ou mesmo para complementá-lo numa viagem mais longa.contour

4 - Mochila Contour IV (lowe Alpine): Uma clássica mochila para montanhismo, resistente, várias maneiras de regulagem, extremamente confortável, compacta e muito popular entre os montanhistas.

Talvez um pouco grande com seus 80+15 para algumas caminhadas no Brasil, mas tudo bem, eu aceito assim mesmo..

5 - GPS Triton 2000: Apesar de não sair GPSsem uma bússola e a carta do local, ter um GPS é uma boa forma de praticar suas noções de orientação, além de fornecer uma série de informações como horários do nascer e do por do Sol, conexão com o computador, rotas compartilhadas, mapas de cidades e de estradas, barômetro e bússola digital.

Por enquanto essa é minha lista, espero que o Papai Noel me atenda dessa vez.

Friends e Cordas: 3 links interessantes

Friends1













friends2











Tabela comparativa de Friends

corda1











Método para cortar cordas


Via: De tudo um pouco

Chuva: 10 coisas para se fazer quando cair aquele temporal

Leia também:

Mais vale um péssimo dia de trilha do que um ótimo dia de trabalho.

A frase acima é bem conhecida por estar sempre em carrocerias de jipes e outros veículos off roads, mas representa bem o chuvasentimento do montanhista, quando acontece aquele dilúvio bem no meio da caminhada e ele se pergunta.

- O que eu estou fazendo aqui?

A resposta normalmente é a mesma:

- Puxa!! Eu poderia estar em casa, quentinho, com minha namorada (ou esposa), fazendo isso ou aquilo!!

E estou aqui, debaixo desse temporal!!!.

Como se preparar para enfrentar a chuva

A primeira decisão deve ser tomada já em casa, quando estiver planejando sua caminhada.

Uma rápida pesquisa em sites como o Climatempo e o CPTEC-INPE (o que eu uso), já mostra a previsão do tempo para vários dias e regiões, além de outras informações importantes como a hora do nascer e por do sol, a velocidade do vento, temperaturas, nevoeiros, entre outras.

Com base nessas informações, já saberá se há possibilidade de chover nesse dia ou não.

Então, essa será a hora para desistir da caminhada.

Se você não desisti assim tão fácil, aqui vão outras dicas:

  • Use capas de mochila. Se você não tem uma, faça uma com um saco grande (tipo esse para lixo) de 50l, fazendo dois cortes para passar as alças.
  • Acondicione suas roupas em sacos plásticos menores.
  • Tenha em mente as condições e marcos de orientação, senão é melhor sentar e esperar.
  • Cuide do seu corpo para não entrar em hiportemia.
  • Não se esqueça de comer e de beber água.

Quanto as jaquetas, anoracks e capas de chuva não transpiráveis, tenho um opinião muito peculiar. Simplesmente acredito que nenhuma delas funcionem, por isso só uso quando está muito frio ou chovendo mesmo.

Nesses casos, coloco apenas uma blusa de fleece, quando necessário.

Isso porque as jaquetas que possuem películas de Goretex ou tecidos "transpiráveis", são desenvolvidas para climas frios e não para um clima tropical como o do Brasil, que na prática faz com que você transpire muito mais, molhando-se todo por dentro da jaqueta com sua própria transpiração.

Então se é para se molhar, que seja pela chuva.

E porque não fazer da chuva uma aliada? Uma forma legal é descobrir as situações inusitadas que só a chuva proporciona, como:

  1. Descobrir que em algumas cristas de montanhas (como no Vale do Paraíba) é possível ver a massa de ar quente vinda do vale chocando-se com a massa de ar fria da montanha, que faz com que chova em apenas um local (como se fosse um corredor) e que você pode passar de uma lado ou de outro da chuva.
  2. Ver seus amigos tomando aqueles capotes.
  3. Jogar barro naquele seu amigo fresco.
  4. Sentir o vento e a chuva refrescando sua "cuca" depois de muitas horas camelando debaixo do sol.
  5. Ver os passarinhos fugindo da coluna de chuva, muito comum em praias.
  6. Beber a água que se acumula em plantas, como nas Bromélias.
  7. Tomar aquelas chicotadas no rosto, das alças da mochila.
  8. Ver o Arco Irís de cima, após uma chuva.
  9. Ver como o visual se amplia, depois de bom temporal.
  10. Descobrir quantos riachos e cursos dágua existem no percurso e que você nunca tinha reparado nisso.

Compartilhe outras situações inusitadas que aconteceram com você, na cidade ou em suas caminhadas.

O desenho acima é um personagem fictício criado por Márcio A. F. Grochocki (Macarrão) e Andrey Romaniuk, de Curitiba e que caricatura o montanhista tradicional, daí o seu nome.

É o personagem principal das historietas ”As aventuras de Trad e seus friends”. Acompanhe suas venturas em TradFriends.

4 dicas para facilitar aquele momento do aperto.

Hummm!!!. Estou apertado. E agora?

Eis um grande momento para quem está começando suas caminhadas e travessias em montanha.

A hora de ir ao banheiro.

Eu nunca tive muitos problemas, mas conheço pessoas que tem sérios dilemas na hora de fazer, o dito "nº 2".

Esse duelo psicológico envolvendo as normas de conforto e "segurança" impostas pela cidade versus o mais básico dos instintos do nosso organismo, pode ser explicado através de pelo menos, duas questões: Que facilitam ou complicam nossa ida ao "banheiro".

A primeira é a Cultural:

Meu pai sempre me levou para colher mangas, pescar ou mesmo para dar umas caminhadas em sítios e fazendas.

Com isso fui crescendo e me acostumando com a possibilidade de visitar alguns matinhos de vez em quando, o que facilitou muito depois de grande, minhas idas aos mesmos matinhos.

Porém, da mesma forma que tenho uma certa facilidade provocada por uma questão paternal, também existe o oposto, principalmente quando a criança é privada do contato com a natureza e de suas características, como chuva, o vento e o calor.

Sem contar todas as lendas urbanas sobre cobras, desconforto, anti-higiene e segurança.

A segunda é Biológica:

Sou um cagão. É duro confessar, mas sou. Só eu sei os apuros que passo na cidade grande com esse meu intestino que não gosta de esperar nem um minutinho sequer.

Ele é exigente, tem que ser na hora!

Mas também há pessoas que conseguem segurar por dias (principalmente mulheres) suas necessidades dentro do organismo, criando uma resistência biológica e psicológica muito superior a da média das pessoas, quando na cidade.

Dessa forma diminuem muito suas visitas ao "banheiro natural" e as possibilidades de irem se acostumando com esse ato tão comum do ser humano.

É claro que na cidade eu me sinto mais a vontade, principalmente no banheiro da minha casa, mas não que na montanha seja uma tortura, ainda mais porque sei que lá banheiros não faltam, o que nem sempre acontece na cidade, me obrigando a correr atrás de qualquer biboca por aí.

Dicas Importantes

Em caminhadas procuro sempre resguardar as regras Básicas de Mínimo Impacto, que resumidamente diz:

  • Cavar um buraco de 15cm (ou do tamanho suficiente) a pelo menos 60m de qualquer curso dágua, longe de trilhas, casas e o menos exposto possível, pra fazer suas necessidades.
  • Tampe com a terra que tirou as necessidades e traga de volta o papel higiênico.

Quanto a esse assunto do papel, existe uma polêmica, com alguns dizendo que por ser biodegradável, pode-se enterrar junto e outros alegando o impacto ao solo e que polui o ambiente visual.

Deixo para a consciência de cada um, que medida tomar quanto ao papel, porém seguindo essas pequenas regras estaremos mantendo nossas trilhas Limpas, sem rastros e Cheirosas.

Nesse tempo de idas e vindas aos matinhos, acabei desenvolvendo uma técnica para ajudar meus amigos e principalmente as mulheres na hora de enfrentar esse desafio.

  1. Passei a dar notas a cada local escolhido, por isso sei que aquele cantinho lá na ponta da crista do Açu (PNSO), quase começando a descer, com todo aquele visual para o Rio de Janeiro é nota 10, acabo até esquecendo o que ia fazer lá. Mas também tem aquele depois do Elevador, inclinado e com um matinho espetado (capim Gordura ou Anta) que só pinica, é claro que esse é nota 2. Dois só por conta do visual do montanha na frente, senão seria 0. Aí aprendo onde ir e onde não ir.
  2. Como sei mais ou menos à que horas o meu intestino vai funcionar, acabo por me preparar antes, já pego meus saquinhos com a pazinha e o papel higiênico. Dou aquela disfarçada, dizendo que vou dar uma voltinha de fim de tarde, assim não "levanto a lebre" para ninguém e ainda fico sossegado por lá.
  3. Ao sentir a "aquela vontade", procuro um local o mais agradável possível, de preferência plano, longe de qualquer trilha ou da possibilidade de ser visto, pego uma pedrinha para colocar debaixo da bota, facilitando por assim dizer o ângulo de saída.
  4. Sinta-se bem com você mesmo, procure fazer desse momento o mais agradável possível (por pior que pareça), assim será mais rápido.

Essas dicas valem para travessias em montanhas e talvez para campings em praias desertas ou outras caminhadas mais leves. Mas em escaladas em rocha e em gelo as regras já são diferentes.

Escalada em rocha: O melhor é o uso do Shit Tube. Um tubo de PCV com tampa, para fazer e trazer de volta suas necessidades.

Escalada em gelo: Também se usa o Shit Tube, mas em escaladas comerciais são montados banheiros próprios para o pessoal, até existe um acessório curioso para que as mulheres possam urinar em pé. O Freshette.

Uma boa dica de como é importante essa questão, é a quantidade de produtos vendidos na REI (tradicional loja americana de produtos pra aventura), na seção de Higiêne.

Leia mais:

Novembro '07 | Os 5 Post mais populares

Saiba quais foram os cinco posts mais lidos do mês de Novembro

1 .:. Seu saco de dormir é muito apertado. Que tal um "Roupa de Dormir"?

Um saco de dormir em forma de roupa, que promete manter o mesmo conforto térmico de um saco de dormir, aliado ao design em formato de macacão.

2 .:. Porque do céu não caem somente pedras.

Uma iniciativa do Blog espanhol Historia de Montanã, visando conscientizar os montanhistas sobre o risco de escalar sem uso de capacetes.

3 .:. 5.10 VMile Climbing Shoes

Um misto de sapatilha de escalada com tênis.

4 .:. 4x4 para tênis e botas

Um acessório que promete ajudar aqueles que gostam de correr em locais que possuam um pouco de gelo ou que não queiram mais tomar aquelas tombos cinematográficos.

5 .:. Kit Pessoal de emergência

Um artigo sobre a configuração dos itens de um P.S. e mais alguns que não fazem parte do assunto Primeiros Socorros mais que deveriam estar em todos os estojos.

Leia mais:

TreeTent

Leia também

Uma casa ou uma barraca?

Acho que uma dessas respostas é a proposta do designer Neiman MarcusTreeTent para ter mais conforto em suas caminhadas.

Esse tipo de barraca foi originalmente criada em 1998 para que ativistas Ingleses pudessem dormir nas árvores que tentavam salvar, impedindo assim que fossem cortadas.

O único problema é depois disso o cara resolveu comercializar a idéia, porém ele quer cobrar o preço de uma casa por ela.

O brinquedinho está sendo vendido por apenas $50.000.

O que eu quero mesmo saber, é como ele vai convencer as lojas disso!!!

Blizzard Survival Bag

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 Leia também:

cob3Cob1

O Blizzard Survival é uma linha de cobertores de emergência desenvolvido para várias situações de emergência. Com 385 gramas e com um sistema chamado Reflexcell, criado pelo próprio fundador da empresa.

Seu uso pose ser em montanhas, mas também em evacuações de civis (desastres naturais),  EPI para trabalhadores que estão em áreas remotas e uso militar.

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Em sua linha há jaquetas, sacos de dormir em tamanhos pequenos e extra grande, um desenhado especialmente para situações de resgate com fitas adesivas e um saquinho feito especialmente para guardar após sua utilização, evitando assim aquele efeito colateral de ter que colocá-lo naqueles saquinhos super apertados.

Fonte: Blizzard Survival

10 outras maneiras de usar seu Cobertor de Emergência

Leia Também:

No Brasil, por ser um país "quase tropical", dificilmente ouvimos falar em hipotermia.

Apesar que em qualquer curso ou Check List para Estojos de Primeiros Socorros, temos a indicação e necessidade do uso de um Cobertor de Emergência em casos de hipotermia.

Em caminhadas clássicas como a Serra dos Órgãos, Aparados da Serra e Serra Fina, facilmente pegamos temperaturas próximas ou abaixo de 0º, isso sem contar a sensação Térmica, que faz 0º virar -10º ou mais, em poucos minutos, mas que não chega a assustar um montanhista com média experiência.

Apesar do custo baixo e do uso simples, que consiste em apenas enrolar ou cobrir o acidentado com o cobertor, visando que perca o menos de calor possível, pouco ouvimos falar nas outras funcionalidades do seu cobertor em outras situações de emergência, podendo aumentar sua utilidade, já que esse é mais um daqueles itens que costumam ficar no PS, guardado bem lá no fundo, naquele bolsinho que nem lembramos que existe.

Possíveis Utilidades:

  1. Capa de Chuva
  2. Forro para barraca
  3. Chão para Barraca
  4. Barraca de emergência
  5. Proteção contra intermação (o mesmo insolação)
  6. Para captar água da chuva ou recipiente para carregar água
  7. Por baixo de blusas de frio, ajudando a aquecer (disso eu já precisei)
  8. Usando para fortalecer uma maca de emergência, quando feita com camisetas e troncos de árvores
  9. Capa para sacos de dormir, quando em bivaques
  10. Capa de chuva para mochilas

Essas são apenas umas idéias, use a criatividade que achará várias outras maneiras de utilizar seu cobertor de emergência.

Efeitos colaterais: Depois do uso e se ele ainda estiver em condições de guardar, seu problema será em descobrir como dobrá-lo novamente e recolocá-lo naquele saquinho apertado.

Kit Pessoal de emergência

PS

Recentemente estava atualizando meu estojo de Primeiros Socorros*, vendo a validade dos remédios, os curativos e se estava faltando alguma coisa.

O problema é que esse estojo (que na verdade é mais uma necessaire multi uso) nunca precisou ser usado e como sou bem precavido em minhas caminhadas, no máximo que precisei foi de alguns curativos contra arranhões, quase uma frescura.

Isso me provoca uma certa raiva, afinal carrego há anos esse estojo e todo ano preciso gastar uma grana para renovar os remédio vencidos e jogar remédio vencido fora é a mesma coisa de jogar dinheiro fora. Apesar que prefiro jogar fora os remédio a precisar usar em uma emergência real.

Meu P.S. já passou por várias configurações até chegar à atual. Já foi grande com tudo que é remédio imaginável, mais gazes, curativos e manuais.

Hoje não passa de uma meia dúzia de comprimidos contra gripes, dores no corpo, inflamações, picadas, um remédio que uso contra bronquite e algumas gazes, esparadrapos, Band-Aid e principalmente alguns itens de manutenção e os tais Itens de Sobrevivência.

Eu sei, que essa coisa de sobrevivência lembra um pouco os "rambos", mas nesse Mini kit de "sobrevivência" já me tirou de várias rouabdas. Sempre há um ou outro item que acabo sempre usando, fazendo valer a pena carregar o PS em todas as caminhadas e no fim são mais úteis que os remédio que nunca precisei.

Meu Mini Kit de Emergência:

- 01 Mini Canivete suíço, com 01 lamina, tesoura, lanterna e pinça;

- 01 Isqueiro com alguns metros de Silver Taipe enrolado no cabo;

Que já precisei usar para restaurar um pequeno furo no Therm a Rest.

- 01 Kit de manutenção do MSR, com orings, chaves, óleo e bicos para troca de combustível;

- 01 cobertor de emergência (alumínio)

- Alguns alfinetes, um pouco de linha, uma lâmpada, uma agulha e alguns fósforos;

- 1 Lápis;

- Um reparo e alumínio para varetas de barraca;

- Um pequeno canudo;

Esses itens sim, acabo usando bastante.

Um outro ponto a ser considerado e a questão do fogo. Não vejo nenhuma necessidade de fazer fogueiras e outras coisas do gênero, quando se está fazendo uma trilha já conhecida ou mesmo quando estão indo outras pessoas experiêntes.

Mas naquelas "roubadas" do tipo abrir novas trilhas em serras e cumes virgens, acho que esse assunto já não seja tão desprezível assim, principalmente quando se está indo sozinho.

Fico só imaginando estar no meio de uma daquelas travessias de quatro ou cinco dias e "dá um pau" no fogareiro ou no isqueiro Ou mesmo numa situação de plena emergência como muito frio e acidentes - Nesse caso a única opção é a fogueira mesmoFogo.

E nesse caso, como fazer fogo?

A primeira coisa é manter uma segunda fonte de fogo, como alguns fósforos quem acondicionados em embalagens impermeáveis ou melhor ainda, um segundo isqueiro.

Outra idéia bem legal enviada pelo Hiking Ideas é pegar alguns algodões e esfregá-los bastante em velas e depois guardar em um local bem resistente a água.

Assim, se um dia precisar fazer fogo, não terá ficar procurando gravetos secos para acender, pois os algodões serviram de base para uma boa fogueira.

* Primeiros Socorros não é exatamente um Kit com remédios e outros itens e sim um conjunto que normas e princípios para serem usados em situações de emergência.

Como limpar seu "CamelBak"

MaterilaLimpiezaTuboCamel Quem usa aqueles reservatórios de água, tipo Camelbak sabe como fica suja e gosmenta a mangueira de água, depois de algum tempo de uso.

Essa dica de limpeza veio do Historia de Montanã e é muito simples de fazer.

Material:

- 01 Arame maior do que o comprimento da mangueira

- 01 Alicate
- 01 Algodão ou gaze
- Um pouco de álcool

Instruções

Agora é só fazer uma voltinha no arame (como se fosse um gancho), embrulhar a gaze no algodão e molhar no álcool.

Prender corretamente a gaze no arame, senão ela solta e fica no meio da mangueira.

Depois é só passar o arame com a bolinha de algodão e gaze por dentro da mangueira e limpar os resíduos.

Que tal panquecas no café da manhã?

pancakes

Um bom rendimento em uma caminhada é definido pela forma que foi organizada e qual o nível de conforto que temos disponível.

Esses itens poderiam ser resumidos em três pontos:

  • Ter condições para uma boa noite de sono.
  • Se vestir de acordo com o ambiente para não passar frio e calor demais.
  • Comer muito bem.

Porém, eu sempre me interessei mas pelo último item - A alimentação, não que os outros tenham menos importância, mas eu prefiro um bivaque mal feito a não ter uma boa alimentação durante a caminhada.

Durante um curso de Mínimo Impacto ministrado pela Outward Bound Brasil fui apresentado as panquecas no café da manhã.

Eu adorei a idéia e sempre as faço no café, mas confesso que não era a muito fácil de se fazer (apesar de muito gostoso), pois elas sujam as panelas, grudam e de vez em quando ainda sai errado, com não tinha outras receitas a não ser a do Sérgio Beck, fazia assim mesmo

Recentemente descobri uma receita daquelas tradicionais panquecas americanas.Testei em casa e ficaram ótimas, mesmo pensando rm toda a logística de uma caminhada.

Dicas: Separe em casa todos os itens antecipadamente e coloque em pequenos saquinhos (tipo Zip) separados por porções. Assim fica mais fácil na hora de fazer as refeições.

Massa:

½ xícara de leite ou 120ml de leite.

Você pode fazer na hora ou colocar no junto dos outros ingredientes a quantidade de leite em pó referente a 120ml.Ovos

1 ovo (embalados em filme contact)

Eu uso uma caixinha própria para transportar ovos que comprei na REI, mas já vi algumas soluções parecidas em lojas aqui no Brasil.

1 xícara de Farinha trigo

2 colheres (chá) de fermento em pó

½ colher (chá) de sal

2 colheres (sopa) de açúcar

1 colher (chá) de óleo

Uso um tubinho tipo de mini shampoo para levar o óleo.

Modo de fazer

Misture tudo com o auxílio de uma colher e depois que a massa estiver bem consistente, coloque na frigideira (eu comprei uma bem pequena e leve com antiaderente e tirei o cabo para facilitar o encaixe na mochila) mais ou menos 2 colheres de massa sem espalhar para cada porção em fogo baixo (essa parte é mais difícil no MSR).

Um pingo de óleo na frigideira na primeira porção, vai ajudar a grudar menos.

Vire os lado quando começar a borbulhar e deixe dourar os dois lados, podem ser servidas com geléias, requeijão, mel, etc... que é comprado naquelas embalagens individuas que se usam em restaurantes e hotéis.

As panquecas ficam iguais as da foto acima e são deliciosas.

Fonte da Receita: Canto da Lú

Mosquetão Multi Uso

Mosquetão_Multi Uso

Estava lendo um artigo no Efetividade, quando vi esse mosquetão produzido para a National Geographic.

No mercado há muitas ferramentas nesse estilo multi-tools, umas para o dia a dia, outras para computadores e até mesmo para bicicletas, mas o essa me chamou a atenção pelo design aplicado ao produto.

O National Geographic Carabiner Tool é feito pela Kershaw e está  sendo vendido por $40,00 na página da revista (EUA).Mosquetão_Multi Uso2

Ele possui:

  • Lâmina (lisa e serrilhada) que pode ser aberta com apenas uma das mãos;
  • Chave de fenda e philips;
  • Abridor de lata e de garrafa;

É uma pena que o site não forma qual a sua capacidade.

Fonte: Efetividade

5.10 VMile Climbing Shoes

five

Uma das lendas que rondam os vendedores de lojas de aventura é que de vez em quando aparecem uns clientes que compram sapatilhas de escalada para usar no dia a dia.

Não sei se isso é verdade (alguns juram que sim), mas Five Ten (5.10) resolveu o problema ao lançar o VMile, um misto de sapatilha de escalada com tênis.

Segundo o fabricante, o calçado alia a aderência das solas Stealth Onyxx rubber ao conforto de um tênis de caminhada e a precisão de suas sapatilhas.

Mais informações: FiveTen

Seu saco de dormir é muito apertado. Que tal um "Roupa de Dormir"?

 

Roupasleep

Lembra-se daquela dificuldade de abrir o saco de dormir a tempo para ir ao "banheiro" ou para fugir da chuva no meio de uma noite de bivaque?

Pois é. Seus problemas acabaram! - (Plajeando o Casseta e Planeta) - Chegou o Selk Bag.

Um saco de dormir para vestir feito em Polyester Hollow Fibre que Roupasleep2promete manter o conforto térmico até -8,4º.

Possue reforço nos pés e mangas e gorro destacável que além de permitir andar pelo acampamento, também deixa usar as mãos para fazer aquele chimarrão quentinho.

Disponível nos tamanho Pequeno, Médio, Grande e Extra Grande e com peso de 1,68Kg (P/M) e 1,97Kg (G/XL).

Fonte: Coolest Gadgets

Porque do céu não caem somente pedras

Campanha Você se recorda de alguma foto de escalada esportiva onde o escalador (ou seu parceiro) estava usando capacete?

É raro. Mas não é um costume somente de escaladores esportivos, em vias tradicionais vemos muitas pessoas circulando na base das vias, sem o devido uso do capacete.

Isso porque não nos conscientizamos do perigo que pode vir de cima e não estamos falando apenas de pedras.

Podem ser Mosquetões, costuras, pedaços de pedras e outros objetos que podem a vir se soltar das rochas.

Pensando nisso, o Blog espanhol Historia de Montanã, criou a iniciativa, até que bem humorada, "Campanã para Salvar tu Mollera" (Campanha para Salvar sua Cabeça), visando conscientizar os montanhistas sobre o risco de escalar sem uso de capacetes.

Mais informações: Historia de Montanã

Lançado o livro Escale Melhor e com Mais Segurança

Capalivrotecnica É um livro que traz informações atualizadas sobre equipamentos, nós, técnicas de escalada, segurança e abrange todo o currículo mínimo para cursos Básicos de escalada exigido pela Federação de Montanhismo do Estado do Rio de Janeiro (Femerj) e pela Associação de Guias Profissionais do Rio de Janeiro (Aguiperj).

Os escaladores intermediários encontrarão um capítulo dedicado às técnicas de guiada e auto-resgate e os mais avançados poderão ler sobre proteção móvel e artificial. Há também capítulos sobre treinamento, nutrição, meio ambiente e ética, sem falar no de História do Montanhismo, tudo muito bem ilustrado com fotos e desenhos.

São 288 páginas e está sendo vendido por R$ 35,00.

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Os autores Flavio e Cintia Daflon também são os responsáveis pela publicação dos Guia de Escaladas da Urca e Guia de Escaladas e Trilhas da Floresta da Tijuca, além de editarem a Revista de Escalada Fator2.

Mais informações e fotos no site Guia da Urca ou (21) 2567-7105

4x4 para tênis e botas

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A Kahtoola lancou um acessório que prometede ajudar aqueles que gostam de correr em locais que possuam um pouco de gelo ou que não queiram mais tomar aquelas tombos cinematográficos.

O Kahtoola MicroSpikes Ice Traction, uma fita elastano que se auto ajusta nos pé, com micro pinos na base para dar maior segurança ao andar em terrenos escorregadios.

Está sendo vendido por $60,00.

Preciso mesmo de garfo e faca para comer?

Tive poucas oportunidades de viajar por longos períodos para escalar ou fazer longas travessias.

Mas as minhas melhores recordações são aquelas relacionadas ao meu comportamento ou como minhas prioridades mudaram após esse tempo que passei montanha.

O mais interessante é que só percebemos isso, quando voltamos a dita "civilização" e confrontamos os valores que obtivemos na montanha com os que o dia-a-dia nos impõe.

Vejam só as diferenças:

    1. Percebi que posso viver sem internet;
    2. Que não vou morrer se não tomar banho todos os dias, principalmente se tiver muito frio!
    3. Que um pouquinho de mato na comida apenas aprimora seu sabor;
    4. Que consigo dormir às 18:00h, ainda mais se tiver vencido 1.000m de desnível;
    5. Que não preciso de vaso, pia e quatro paredes para fazer minhas necessidades básicas e nem de uma torneira para escovar os dentes;
    6. Que pentear os cabelos todos os dias pela manhã é dispensável, além de desnecessário;
    7. Que posso comer em um prato que foi limpo com papel higiênico para economizar água;
    8. Que consigo usar uma meia mais de um dia seguido e até posso dormir com a mesma roupa depois de um longo dia de caminhada (Não aconselhável!!)
    9. Que consigo carregar uma casa nas costas e que tudo que preciso para viver esta lá!
    10. Que se tomar chuva não vou derreter;
    11. E que um pouquinho de frio não faz mal a ninguém;
    12. Que dormir ao relento (bivacar) não mata, não aleija Que nenhum animal carnívoro irá me devorar durante a noite e que ainda por cima dá para ver as várias fases do céu.

Nada de contas a pagar, MBA, Inglês, Cursos e chefe pegando no pé. E nesses momentos minhas preocupações passam a ser as mínimas possíveis, podendo até ser contado nos dedos as prioridades do momento:

    • Onde vou dormir essa noite e quanto tempo falta para chegar lá;
    • O que vou comer nos próximos dias;
    • Se estou em segurança;
    • Qual é a direção a seguir;
    • Será que tenho mesmo que ir embora? Não dá para ficar um pouquinho mais!??!...

E para você, quais as suas prioridades quando está na montanha e quais as que são deixadas em casa?

Outubro´07 | Os três post mais populares

Saiba quais foram os três posts mais lidos do mês de Outubro

1 .:. Viva La Revolucion. Vila La Tecnologia

Um artigo inspirado nas manifestações que ocorreram em Myanmar e poder que a tecnologia nos dá para ajudar nossas montanhas.

2 .:. Vibran Five Fingers

Um inovador calçado criado pela Vibran (USA).

3 .:. Women Of climb 2008

Um calendário especial para 2008.

Escada para o Everest

mteverest

Isso é o que chamam de "mídia alternativa". Talvez por serem tão criativas e inovadoras, acabam por não encontrar lugar nas agências convêncionais.

Fonte: Área 3

7 Conceitos importantes na hora de planejar sua caminhada.

Uma vez me disseram que uma boa caminhada, começa na mesa da sua casa.

Dizem isso, porque é nessa hora em que verificamos os detalhes (com muito cuidado) de toda a aventura que está sendo planejada.

Olhar a carta topográfica para analisar a região e o trajeto, refazer o "check-list" dos equipamentos, revisar a manutenção deles, pensar no cardápio e nos detalhes da logística fazem parte desse processo.

Os conceitos abaixo, podem ser aprendidos através de cursos e livros como os escrito por Sérgio Beck ou com a experiência de outros montanhistas, mas o importante é que sejam utilizados em todo planejamento.

  1. NAVEGAÇÃO - Conhecimentos sobre cartografia, GPS e Orientação.
  2. PROTEÇÃO - Roupas apropriadas para o tempo, como: calor, frio, chuva. Abrigo: Barracas, sacos de dormir, isolante térmico.
  3. ILUMINAÇÃO - Lanternas e pilhas.
  4. PRIMEIROS SOCORROS - Conhecimentos de como agir em situações de risco e um Kit com medicamentos adaptados a sua necessidade.
  5. KITS DE REPARO e EMERGÊNCIA - Uma pequena bolsa com "silver tape", kit de reparo para o fogareiro e isolante térmico (quando inflável), cordin, isqueiro, etc..
  6. ALIMENTAÇÃO - Cardápio nutritivo, água, fogareiro e combustível.
  7. EMERGÊNCIA - Para onde ir a uma emergência, comunicação, pessoas que saibam sua localização e técnica básicas de sobrevivência.

Pequeno, porém funcional.

Canivete

Atualmente a tendência nos canivetes é serem cunhados em uma só peça, mesclando funcionabilidades, com peso e volume.

Um exemplo é a Atwood multi-knives, com uma lamina pequena, chaves de fenda e abridor de lata.

Viva La Revolucion, Viva La Tecnologia.

Um dos primeiros choques tecnológicos que tive em minha vida, foi com um tal de telex!! Até hoje, pouca gente sabe que raios é isso.

O telex é o precursor do msn, porém utilizando uma linha telefônica. Basicamente é um telefone, porém em vez de falar, você escreve.

Aquilo para mim era uma tecnologia de "ET", pois eu podia falar, ou melhor, escrever para Brasil ou para o mundo inteiro, com apenas uns toques no “teclado”.

Mas nada poderia me preparar para o que veria no futuro. O mundo estava começando a ficar pequeno.

O quero dizer, é que quem começou a trabalhar nos anos 90, presenciou uma revolução na forma inigualável de ver e interagir com a informação, seja no ambiente de trabalho ou em casa.

Antes se você precisava saber uma informação sobre tal travessia ou via de escalada, comprar um equipamento ou pedir qualquer outra dica, tinha que ir direto ao ponto e quando digo “ir direto ao ponto”, quero dizer ir pessoalmente mesmo, já que não eram todos que possuíam uma linha telefônica.

Porém não foi nessa mesma velocidade que todos os países do mundo andaram, vejam o exemplo de Myanmar ou a antiga Birmânia.

Quando houve o golpe em 1988 o mundo era um, agora em 22 de setembro quando os monges começaram as manifestações, o mundo era outro.

Fechar fronteiras, bloquear estradas, cortar a linha telefônica não funcionaria mais com tanta eficiência, mas foi quando a policia começou a reprimir a população nas ruas de Myanmar que ela descobriu que o mundo realmente não era mais o mesmo.

Agora, um exército de repórteres cidadãos estava transmitindo ao vivo, fotos, vídeos e notícias pela internet.

Imagens “pipocavam” em sites, mensagens eram postadas em blogs diariamente, a Wikipédia era atualizada, jornais e canais de televisão do mundo todo, mostrava monges de vermelho, juntos a população no maior levante popular desde o golpe.

Nesse momento a velha idéia de cassetetes e capacetes, veio abaixo por um inimigo maior ainda – A tecnologia.

A mesma tecnologia que hoje nos permite, “baixar” cartas topográficas, consultar croquis, nos informar e perceber que o mundo “é tão grande que quando comparado a internet, se torna pequeno”, é a mesma que utilizamos para mobilizar pessoas, a exemplo do ocorreu no incêndio do Caratuva.

Mas o difícil mesmo é ver pessoas fúteis, é saber que cada vez mais nossas montanhas estão sendo destruídas por nós mesmos, é ver lixo por toda parte e se sentir impotente perante toda essa devastação.

E assim como Myamar, conseguiu sufocar seu "grande vovo inimigo", também perderemos essa guerra se nada acontecer ou se nada firzermos e teremos saudades do tempo em que as montanhas eram como um telex.

Só era acessível, por voz e por texto.

E então, na sexta-feira, o fluxo de imagens parou.
"A Birmânia está às escuras!" escreveu um blogueiro chamado Dathana, que era uma fonte de informação para o mundo exterior. Foi a última mensagem que ele enviou.
Usando tecnologia da mesma forma pesada que usava cassetetes, a junta simplesmente desativou os dois provedores de Internet do país. Em conformidade com o isolamento auto-imposto do país ao longo do último meio século, ele se isolou do mundo virtual da mesma forma que do mundo em geral.
A maioria das comunicações por celular e linhas terrestres com o exterior também foi cortada, e soldados nas ruas confiscavam câmeras e celulares com capacidade de registrar imagens.
"Eles finalmente perceberam que este era seu maior inimigo e o abateram", disse Aung Zaw, editor de uma revista de exilados chamada "Irrawaddy", cujo site era uma das principais fontes de notícias nas últimas semanas.
Seu site foi atacado por um vírus, cujo momento sugere a possibilidade de que o governo militar conte com alguns poucos hackers habilidosos em suas fileiras.
Ao mesmo tempo, a junta se voltou para a mais velha tática de todas para suprimir a informação -o medo. Os jornalistas locais e pessoas pegas transmitindo informação ou usando câmeras estão sendo ameaçadas e presas, disseram organizações de exilados.
Em um último telefonema apressado, disse Aung Zaw, uma de suas fontes mais antigas disse adeus.
"Nós fizemos o bastante", ele contou que a fonte lhe disse. "Nós não podemos mais circular. Agora é com você, nós não podemos fazer mais nada. Fomos vencidos. Estamos sendo caçados por soldados, nós fomos vencidos."

Referência: UOL

Vibran Five Fingers

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Sabe aquelas meias coloridas, que geralmente se vende em banquinhas de cidades que atraem turistas no inverno? Pois é, acho que elas andaram inspirando o pessoal da Vibran nos EUA.

Recentemente eles lançaram um produto que é no mínimo inusitado, são os FiveFingers. 

Vibran3Se parecem com luvas, porém para os pés. Mas é um misto de calçado, com sapatilha de rafting e papete.

A idéia é criar uma área maior de contato com o solo, quase como se estivesse andando descalço, porém protegido por um solado Vibran, que para quem faz caminhada ou prática atividades aquáticas com calçados que usam essa tecnologia, sabem bem a diferença que faz.Vibran2

A empresa assegura que os FiveFingres proporcionam maior estabilidade, mais segurança, velocidade e potência, sendo indicado para esportes aquáticos como rafting, pesca, caiaque e canyoning.Vibran4

Porém a Vibran recomenda usá-lo no começo por poucas horas, até que os pés se adaptem corretament e, pois é quase o equivalente a andar descalço e já que estamos muito acostumados a andar com calçados em sua forma pontiaguda e com seus sistemas de amortecimento, será necessária uma readaptação dos pés, sem contar que nossos dedos ficam muito juntos um ao outro e nesse caso ficariam mais espaçados.

Fonte: AVXTV

Women Of Climbing 2008

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Cansado daquelas folhinhas com paisagens sem graça? Então que tal um calendário com fotos de escaladas femininas em vários points do mundo.

A Sharp and Publishing, além de publicar vários livros e guias, produz desde 2000 um belíssimo calendário feminino de escalada.

Com certeza, um bom motivo para procurar uma data.

Setembro´07 | Os sete posts mais populares.

Saiba quais foram os posts mais lidos do mês de setembro.

1 .:. Dispenser Bike Machine

Uma máquina automática de alugar bikes em Amsterdã, onde pode-se alugar em um local e devolver em outro.

2 .:. 25 itens de sobrevivência dentro de uma lata de sardinha.

Uma lata de sardinha com 25 itens fundamentais para quem quer se perder.

3 .:. Isso é o que acontece quando colocam escaladores para trabalhar com um caminhão de cerveja.

Mais uma daquelas famosas brincadeiras de boulder, mais dessa vez com caixas de cerveja.

4 .:. Até quando Esperar...

Um desabafo sobre a falta de mobilização e de responsabilidade, quando se trata de nossas montanhas.

5 .:. Edelrid Madillo Foldable Climbing Helmet

Um novo capacete de escalada com um conceito inovador no quesito transpiração.

6 .:. Ajude a salvar o Kilimanjaro por apenas $395.

Uma Ong lançou pingentes em formato de piquetas e com nomes de montanhas, para ajudar a salvar várias montanhas.

7 .:. Descubra porque as atividades ao Ar livre deveriam ser permitidas?

Saiba qual foi a reposta da pergunta: - "Porque as atividades ao Ar livre deveriam ser permitidas?"

Croqui da Semana #39

Um resumo em dois minutos de tudo o que aconteceu de mais interessante nos Sites e Blogs sobre o montanhismo

  • O Dubois colocou em seu site, um relato bem detalhado de como foi à movimentação do pessoal de Curitiba e região para ajudar a apagar o fogo que devastava a o Caratuva e arredores.
  • A seção de Últimas Notícias do AltaMontanha está sendo considerada uma das melhores em português.
  • O Blog do Luciano, relata uma investida no cume do Chopi (6050m)
  • O Blog de Escalada, vem concentrando várias notícias sobre Escalada Esportiva e eventos no Brasil.
  • Wilo, postou as principais matérias de várias revistas gringas de escalada.
  • O filme Into the Wild (Na Natureza Selvagem), baseado no livro de Jon Krakauer, estreou dia 21 nos EUA, com muitas boas criticas, além  de trilha sonora com participação de Eddie Vedder  do Pearl Jam.
  • O Daniel Toffoli escreveu para o Webventure a história da clássica travessia Ruy Braga, no Itatiaia.